TÔ ATENTO...
Nós da ADECC, parabenizamos o locutor Albino Cosmo do hipermercado EXTRA, da loja maracajú,pelo certificado emititido atravéz de pesquisas com o público consumidor,realizado por nossa equipe de campo , referente ao mês de Março, como" locutor interativo ".Valeu!!.. Não podemos deixar de comentar sobre sua volta à mídia. ASSESSORIA?!?! Boa Sorte!
domingo, 27 de maio de 2012
27/05/2012 - 12:33
Mais de 14 milhões de famílias estão endividadasA
Agência Estado
Quase um quarto das famílias se endividou mais do que deveria e foi obrigado a reduzir o padrão de vida ou a dar calote. Um estudo da consultoria MB Associados, com base na POF (Pesquisa de Orçamento das Famílias), do IBGE, mostra que 14,1 milhões de famílias comprometeram mais de 30% da renda mensal com dívidas.
Essa marca ultrapassa o limite saudável para o endividamento, pois 70% do orçamento vai para despesas básicas, como comida, habitação ou saúde, conforme mostra a POF. A maior parte dessas famílias superendividadas está na fatia menos favorecida da população: 5,8 milhões na classe C e 6,6 milhões nas classes D e E.
Na média, no entanto, o brasileiro comprometeu 26,2% da renda mensal com dívidas, diz o estudo da MB. Esse resultado é superior à média de 22% estimada pelo Banco Central, porque inclui gastos como crediário de loja sem parceria com banco e despesa à vista no cartão de crédito.
Na semana passada, o governo anunciou um pacote para estimular o consumo por meio do crédito, principalmente na compra de carros. Para José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB, o efeito do pacote será limitado pelo endividamento. "É um número grande de famílias que ultrapassaram o limite, por isso o nó no mercado de crédito."
Nos últimos cinco anos, a expansão do crédito, com a entrada de novos consumidores, garantiu um crescimento robusto da economia. Mas, desde meados de 2011, o ritmo de concessão esfriou, à medida que a inadimplência crescia. Em abril, o calote atingiu o recorde de 7,6%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Empresa de cosméticos indeniza cliente
A empresa Avon Cosméticos LTDA. terá de indenizar A.E.P.B. por danos morais em R$ 4 mil e danos materiais em R$ 270, devido a lesões dermatológicas causadas pelo uso de produtos comercializados pela empresa. A decisão é da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que confirmou decisão de primeira instância de Prados.
Segundo o processo, A.E.P.B. adquiriu de uma revendedora da cidade de Prados produtos da linha Perfect Banishing. No dia 5 de outubro de 2010, acordou com o rosto inchado, com manchas vermelhas e sentindo muita dor. Ela consultou um médico que determinou a suspensão imediata dos produtos e receitou medicamentos para aliviar a dor. A cliente procurou a vendedora no dia seguinte, mas esta não quis atendê-la. Ela procurou então o gerente da revendedora na cidade de São João del-Rei. Este, por sua vez, pediu a ela os produtos para mandá-los para análise e prometeu um retorno em 15 dias, o que não ocorreu.
A.E.P.B. ajuizou ação contra a empresa argumentando que até hoje sofre consequências, como dores no rosto e impossibilidade de andar ao sol. O fato de a empresa não ter contestado a ação levou a juíza a entender como verídicos os fatos apresentados.
Tanto a Avon quanto a cliente recorreram ao TJMG. A.E.P.B. pediu o aumento do valor da indenização por danos morais, enquanto a empresa alegou não ter tido qualquer culpa, já que o caso se referiu a uma sensibilidade individual que não se pode prever. A empresa disse ainda que não havia prova de qualquer irregularidade ou defeito do produto comercializado por ela, pois todos os seus produtos são aprovados e registrados na Anvisa e no Ministério da Saúde.
O relator, desembargador Luiz Carlos Gomes da Mata, manteve a condenação de primeira instância. Em seu voto, o magistrado comentou ser inegável a violação do patrimônio moral de A.E.P.B. em decorrência do uso do cosmético.
Processo nº1.0527.11.000074.4/001
Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom
TJMG - Unidade Goiás
(31) 3237-6568
ascom@tjmg.jus.br
Fonte: TJMG - Tribunal de Justiça de Minas Gerais - 28/02/2012
Segundo o processo, A.E.P.B. adquiriu de uma revendedora da cidade de Prados produtos da linha Perfect Banishing. No dia 5 de outubro de 2010, acordou com o rosto inchado, com manchas vermelhas e sentindo muita dor. Ela consultou um médico que determinou a suspensão imediata dos produtos e receitou medicamentos para aliviar a dor. A cliente procurou a vendedora no dia seguinte, mas esta não quis atendê-la. Ela procurou então o gerente da revendedora na cidade de São João del-Rei. Este, por sua vez, pediu a ela os produtos para mandá-los para análise e prometeu um retorno em 15 dias, o que não ocorreu.
A.E.P.B. ajuizou ação contra a empresa argumentando que até hoje sofre consequências, como dores no rosto e impossibilidade de andar ao sol. O fato de a empresa não ter contestado a ação levou a juíza a entender como verídicos os fatos apresentados.
Tanto a Avon quanto a cliente recorreram ao TJMG. A.E.P.B. pediu o aumento do valor da indenização por danos morais, enquanto a empresa alegou não ter tido qualquer culpa, já que o caso se referiu a uma sensibilidade individual que não se pode prever. A empresa disse ainda que não havia prova de qualquer irregularidade ou defeito do produto comercializado por ela, pois todos os seus produtos são aprovados e registrados na Anvisa e no Ministério da Saúde.
O relator, desembargador Luiz Carlos Gomes da Mata, manteve a condenação de primeira instância. Em seu voto, o magistrado comentou ser inegável a violação do patrimônio moral de A.E.P.B. em decorrência do uso do cosmético.
Processo nº1.0527.11.000074.4/001
Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom
TJMG - Unidade Goiás
(31) 3237-6568
ascom@tjmg.jus.br
Fonte: TJMG - Tribunal de Justiça de Minas Gerais - 28/02/2012
Conpet lança consulta online sobre consumo de combustível de veículos
O objetivo é permitir que os consumidores conheçam a eficiência energética dos veículos
A Petrobras e o Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural - Conpet lançaram uma consulta interativa na internet (www.conpet.gov.br/consultacarros) com informações sobre o consumo de combustível dos veículos que participam do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.
O objetivo é permitir que os consumidores conheçam a eficiência energética dos veículos. A adesão das montadoras ao programa é voluntária e renovável a cada ano. Os modelos que participam recebem uma etiqueta com a classificação do veículo quanto à eficiência energética em sua categoria e os valores de referência da quilometragem por litro.
Fatores como a falta de manutenção, pneus descalibrados, direção agressiva com acelerações e frenagens bruscas, trânsito muito congestionado, velocidade elevada, combustível inapropriado, condições adversas da via ou excesso de peso também influenciam a eficiência dos veículos, podendo aumentar em mais de 20% o consumo de combustível.
O Conpet é um programa do Ministério de Minas e Energia, coordenado pela Petrobras, com o objetivo de estimular o uso eficiente dos derivados de petróleo e de gás natural em diversos setores da sociedade. Suas ações visam promover tanto a conscientização para o melhor uso dos combustíveis em equipamentos e veículos, como o estímulo à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico, contribuindo para formação de uma cultura de uso eficiente dos recursos energéticos.
Fonte: Petrobras - 28/02/2012
A Petrobras e o Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural - Conpet lançaram uma consulta interativa na internet (www.conpet.gov.br/consultacarros) com informações sobre o consumo de combustível dos veículos que participam do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.
O objetivo é permitir que os consumidores conheçam a eficiência energética dos veículos. A adesão das montadoras ao programa é voluntária e renovável a cada ano. Os modelos que participam recebem uma etiqueta com a classificação do veículo quanto à eficiência energética em sua categoria e os valores de referência da quilometragem por litro.
Fatores como a falta de manutenção, pneus descalibrados, direção agressiva com acelerações e frenagens bruscas, trânsito muito congestionado, velocidade elevada, combustível inapropriado, condições adversas da via ou excesso de peso também influenciam a eficiência dos veículos, podendo aumentar em mais de 20% o consumo de combustível.
O Conpet é um programa do Ministério de Minas e Energia, coordenado pela Petrobras, com o objetivo de estimular o uso eficiente dos derivados de petróleo e de gás natural em diversos setores da sociedade. Suas ações visam promover tanto a conscientização para o melhor uso dos combustíveis em equipamentos e veículos, como o estímulo à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico, contribuindo para formação de uma cultura de uso eficiente dos recursos energéticos.
Fonte: Petrobras - 28/02/2012
Consumidores não conseguem pagar carros e inadimplência acelera 8,1%
A inadimplência das pessoas físicas subiu para 7,6% em janeiro. O número é 1,9% superior ao do mesmo mês de 2010, enquanto a comparação com dezembro mostra recuo de 0,2 ponto percentual. Os dados são do Banco Central.
A alta foi puxada pela inadimplência nos financiamentos de veículos, de 8,1%, segundo o consultor econômico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas.
"Essa alta reflete financiamentos de 2010, mas o governo aposta na mesma fórmula outra vez", alerta Freitas, acrescentando que os bancos vêm aumentando seus spreads, apesar da queda na taxa básica (Selic). "Falta competição no setor bancário. O consumidor é cativo, não é fácil mudar de banco", prossegue, lembrando ainda que a inadimplência costuma crescer em janeiro, devido à carga de impostos e despesas com educação.
No entanto, outras modalidades de crédito a pessoas físicas registraram taxas ainda maiores. Na aquisição de outros bens (exceto automóveis), a taxa correspondeu a 14% em janeiro, ante 13,9% em dezembro. Apesar disso, o consultor da CNC aponta para a retração no volume de crédito, mesmo com o afrouxamento da medidas de contenção aplicadas pelo governo no início de 2011.
O BC confirma a afirmação. O volume total de crédito caiu pela primeira vez em três anos, já que as operações de crédito somaram R$ 2,026 trilhões em janeiro, queda de 0,2% sobre dezembro.
Segundo o BC, foi a primeira vez desde fevereiro de 2009 que o volume de crédito recuou sobre o mês anterior. Em relação ao PIB, o crédito caiu de 49,1% em dezembro para 48,8% mês passado.
A indústria de transformação paulista seguiu o mesmo caminho: encolheu 5% em janeiro, sobre o mesmo mês de 2011, sem ajuste sazonal. Ante dezembro, o Indicador do Nível de Atividade caiu 0,8%. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em janeiro de 2011 a queda fora menos intensa (-0,3%).
Fonte: monitormercantil.com.br - 28/02/2012
A inadimplência das pessoas físicas subiu para 7,6% em janeiro. O número é 1,9% superior ao do mesmo mês de 2010, enquanto a comparação com dezembro mostra recuo de 0,2 ponto percentual. Os dados são do Banco Central.
A alta foi puxada pela inadimplência nos financiamentos de veículos, de 8,1%, segundo o consultor econômico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas.
"Essa alta reflete financiamentos de 2010, mas o governo aposta na mesma fórmula outra vez", alerta Freitas, acrescentando que os bancos vêm aumentando seus spreads, apesar da queda na taxa básica (Selic). "Falta competição no setor bancário. O consumidor é cativo, não é fácil mudar de banco", prossegue, lembrando ainda que a inadimplência costuma crescer em janeiro, devido à carga de impostos e despesas com educação.
No entanto, outras modalidades de crédito a pessoas físicas registraram taxas ainda maiores. Na aquisição de outros bens (exceto automóveis), a taxa correspondeu a 14% em janeiro, ante 13,9% em dezembro. Apesar disso, o consultor da CNC aponta para a retração no volume de crédito, mesmo com o afrouxamento da medidas de contenção aplicadas pelo governo no início de 2011.
O BC confirma a afirmação. O volume total de crédito caiu pela primeira vez em três anos, já que as operações de crédito somaram R$ 2,026 trilhões em janeiro, queda de 0,2% sobre dezembro.
Segundo o BC, foi a primeira vez desde fevereiro de 2009 que o volume de crédito recuou sobre o mês anterior. Em relação ao PIB, o crédito caiu de 49,1% em dezembro para 48,8% mês passado.
A indústria de transformação paulista seguiu o mesmo caminho: encolheu 5% em janeiro, sobre o mesmo mês de 2011, sem ajuste sazonal. Ante dezembro, o Indicador do Nível de Atividade caiu 0,8%. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em janeiro de 2011 a queda fora menos intensa (-0,3%).
Fonte: monitormercantil.com.br - 28/02/2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
TÔ ATENTO!!!
Foi maravilhoso o trabalho de pesquisa de opinião pública, feito pela ADECC neste último fim de semana em Campo Grande - MS , fazendo abordagem aos cidadãos consumidores na entrada do hipermercado EXTRA e na feira das moreninhas. O tópico da pesquisa era sobre a extinção das sacolinhas plástica do comércio como forma de melhorar o meio ambiente, sendo trocadas por uma biodegradável , mas o mais importante : " pagas " . Dê a sua opinião, precisamos ter voz e somente juntos poderemos .
adeccms@gmail.com .
Foi maravilhoso o trabalho de pesquisa de opinião pública, feito pela ADECC neste último fim de semana em Campo Grande - MS , fazendo abordagem aos cidadãos consumidores na entrada do hipermercado EXTRA e na feira das moreninhas. O tópico da pesquisa era sobre a extinção das sacolinhas plástica do comércio como forma de melhorar o meio ambiente, sendo trocadas por uma biodegradável , mas o mais importante : " pagas " . Dê a sua opinião, precisamos ter voz e somente juntos poderemos .
adeccms@gmail.com .
Consumidores penam para pagar dívida do cartão de crédito
Apesar dos esforços do governo, os juros dos cartões de crédito não baixam para o consumidor. Levantamento da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) comprova que o último corte da taxa básica de juros (Selic), em janeiro, de 0,5 ponto percentual, nem sequer mexeu com a indústria do dinheiro de plástico, que continua a cobrar, em média, 11% ao mês. “O efeito, se houver, será muito pequeno”, diz Miguel Ribeiro Oliveira, vice-presidente da entidade.
A situação desagrada a presidente da República, Dilma Rousseff, que já ordenou aos ministérios da Justiça e da Fazenda, além do Banco Central, que adotem medidas para coibir os abusos. A resposta, no entanto, ainda não veio. O BC ajudou pouco. Obrigou os bancos a reduzirem o número de tarifas e a dar transparência a elas. Mas acabou recuando no sentido de evitar o endividamento excessivo. Depois de tudo planejado, desistiu de aumentar o índice mínimo da fatura a ser pago no vencimento para 20%, a partir de 1° de dezembro de 2011. Manteve a parcela mínima do rotativo em 15%, a despeito das críticas dos órgãos de Proteção de Defesa do Consumidor (Procons).
À Fazenda, Dilma requisitou um estudo sobre o assunto, indicando a melhor forma de livrar o consumidor das garras das administradoras e dos bancoss. Até o fechamento desta edição, o Correio não recebeu retorno sobre o andamento do trabalho. O silêncio do governo só estimula que o Brasil continue a ter os cartões de crédito com os juros mais altos da América do Sul (Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela) e do México, conforme ranking elaborado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).
A entidade denuncia que, no Brasil, as taxas médias do crédito rotativo (financiamento do saldo devedor) do cartão de crédito chegam a 237,9% ao ano. Representante dos bancos, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) argumenta que os juros elevados se justificam por conta da inadimplência no setor, em torno de 8%. Mas a Proteste rebate tal justificativa e questiona: como pode alguém pagar, todos os meses, 15% de uma dívida de R$ 1 mil e, depois de um ano, ainda dever R$ 7 mil? Isso acontece porque algumas administradoras chegam a cobrar mais de 600% de juros anuais no rotativo.
Fonte: rondonoticias.com.br - 05/02/2012
A situação desagrada a presidente da República, Dilma Rousseff, que já ordenou aos ministérios da Justiça e da Fazenda, além do Banco Central, que adotem medidas para coibir os abusos. A resposta, no entanto, ainda não veio. O BC ajudou pouco. Obrigou os bancos a reduzirem o número de tarifas e a dar transparência a elas. Mas acabou recuando no sentido de evitar o endividamento excessivo. Depois de tudo planejado, desistiu de aumentar o índice mínimo da fatura a ser pago no vencimento para 20%, a partir de 1° de dezembro de 2011. Manteve a parcela mínima do rotativo em 15%, a despeito das críticas dos órgãos de Proteção de Defesa do Consumidor (Procons).
À Fazenda, Dilma requisitou um estudo sobre o assunto, indicando a melhor forma de livrar o consumidor das garras das administradoras e dos bancoss. Até o fechamento desta edição, o Correio não recebeu retorno sobre o andamento do trabalho. O silêncio do governo só estimula que o Brasil continue a ter os cartões de crédito com os juros mais altos da América do Sul (Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela) e do México, conforme ranking elaborado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).
A entidade denuncia que, no Brasil, as taxas médias do crédito rotativo (financiamento do saldo devedor) do cartão de crédito chegam a 237,9% ao ano. Representante dos bancos, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) argumenta que os juros elevados se justificam por conta da inadimplência no setor, em torno de 8%. Mas a Proteste rebate tal justificativa e questiona: como pode alguém pagar, todos os meses, 15% de uma dívida de R$ 1 mil e, depois de um ano, ainda dever R$ 7 mil? Isso acontece porque algumas administradoras chegam a cobrar mais de 600% de juros anuais no rotativo.
Fonte: rondonoticias.com.br - 05/02/2012
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